Descrição
O Parque Güell é um parque na encosta, com viadutos inclinados como troncos de árvore, bancos cobertos de mosaicos e casinhas de conto de fadas na entrada, no bairro de La Salut, acima de Barcelona. Antoni Gaudí o projetou entre 1900 e 1914, e é uma das suas obras mais divertidas.
A história por trás é um fracasso. O industrial Eusebi Güell planejou uma cidade-jardim de mansões de luxo para os ricos de Barcelona, com ar puro e vistas, tomando a Inglaterra como modelo: daí a palavra inglesa «Park». Sessenta lotes foram traçados, só duas casas foram construídas, e nenhuma era de Gaudí.
Os espaços comuns do parque, como escadarias e terraços, trazem símbolos da identidade catalã e do catolicismo.
Comece pela entrada, marcada por duas casinhas caprichosas. Mais adiante, uma escadaria sobe até o dragão, uma salamandra de mosaico que virou o símbolo do parque, e até a Sala Hipostila, uma floresta de colunas que sustenta o terraço acima.
Esse terraço é o coração do parque. O banco serpenteante que o contorna se curva como uma serpente marinha, coberto por um mosaico de azulejos quebrados de Josep Maria Jujol, e sua forma cria pequenos recantos onde as pessoas se sentam juntas para conversar.
Estradas elevadas, pensadas para carruagens, serpenteiam pela encosta sobre viadutos de pedra cujas colunas imitam troncos de árvore. Gaudí os construiu com pedra local para se misturarem à colina, e quase nenhuma linha neles é reta.
Gaudí fez essas estradas nos anos em que estudava a natureza mais de perto, e usou arcos de catenária invertidos para suportar a carga. Nada no parque parece planejado numa prancheta, e tudo funciona.
No alto, degraus sobem ao Morro das Três Cruzes, um calvário de três cruzes de pedra. De lá se veem num só olhar a Sagrada Família, Montjuïc, a Torre Glòries e o Mediterrâneo.
O terreno era uma colina rochosa que os moradores chamavam de Monte Pelado, e os compradores nunca vieram: ficava longe demais do centro. Güell se mudou para a casa antiga em 1906 para dar o exemplo e convenceu Gaudí a comprar a casa-modelo não vendida. Gaudí viveu ali com o pai e a sobrinha.
No fim, a cidade assumiu a propriedade e a abriu como parque público em 1926. Hoje é um dos locais de Gaudí listados pela UNESCO, e os visitantes encontrarão mais que arte: papagaios e, com sorte, uma águia-cobreira.
Não perca
• O banco serpenteante.
• O dragão da escadaria.
• A Sala Hipostila.
• O Morro das Três Cruzes.
Você sabia?
• Uma das duas casinhas abrigava uma cabine telefônica.
• A casa onde Gaudí viveu é hoje um museu sobre ele.
• Foram planejados sessenta lotes, mas só duas casas foram construídas.
A história por trás é um fracasso. O industrial Eusebi Güell planejou uma cidade-jardim de mansões de luxo para os ricos de Barcelona, com ar puro e vistas, tomando a Inglaterra como modelo: daí a palavra inglesa «Park». Sessenta lotes foram traçados, só duas casas foram construídas, e nenhuma era de Gaudí.
Os espaços comuns do parque, como escadarias e terraços, trazem símbolos da identidade catalã e do catolicismo.
Comece pela entrada, marcada por duas casinhas caprichosas. Mais adiante, uma escadaria sobe até o dragão, uma salamandra de mosaico que virou o símbolo do parque, e até a Sala Hipostila, uma floresta de colunas que sustenta o terraço acima.
Esse terraço é o coração do parque. O banco serpenteante que o contorna se curva como uma serpente marinha, coberto por um mosaico de azulejos quebrados de Josep Maria Jujol, e sua forma cria pequenos recantos onde as pessoas se sentam juntas para conversar.
Estradas elevadas, pensadas para carruagens, serpenteiam pela encosta sobre viadutos de pedra cujas colunas imitam troncos de árvore. Gaudí os construiu com pedra local para se misturarem à colina, e quase nenhuma linha neles é reta.
Gaudí fez essas estradas nos anos em que estudava a natureza mais de perto, e usou arcos de catenária invertidos para suportar a carga. Nada no parque parece planejado numa prancheta, e tudo funciona.
No alto, degraus sobem ao Morro das Três Cruzes, um calvário de três cruzes de pedra. De lá se veem num só olhar a Sagrada Família, Montjuïc, a Torre Glòries e o Mediterrâneo.
O terreno era uma colina rochosa que os moradores chamavam de Monte Pelado, e os compradores nunca vieram: ficava longe demais do centro. Güell se mudou para a casa antiga em 1906 para dar o exemplo e convenceu Gaudí a comprar a casa-modelo não vendida. Gaudí viveu ali com o pai e a sobrinha.
No fim, a cidade assumiu a propriedade e a abriu como parque público em 1926. Hoje é um dos locais de Gaudí listados pela UNESCO, e os visitantes encontrarão mais que arte: papagaios e, com sorte, uma águia-cobreira.
Não perca
• O banco serpenteante.
• O dragão da escadaria.
• A Sala Hipostila.
• O Morro das Três Cruzes.
Você sabia?
• Uma das duas casinhas abrigava uma cabine telefônica.
• A casa onde Gaudí viveu é hoje um museu sobre ele.
• Foram planejados sessenta lotes, mas só duas casas foram construídas.